Comprar ouro: investimento de futuro ou nova tendência de verão?

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O investimento em ouro está a crescer — mesmo no verão. Em plena época de sunsets, festivais e escapadinhas, há quem aproveite a acalmia dos mercados para apostar num dos ativos mais antigos (e brilhantes) do mundo. É aqui que entram plataformas como a StoneX Bullion, que ajudam a perceber melhor o que se está a comprar.

Mas afinal, o que são quilates?

Segundo Daniel Marburger, CEO da StoneX Bullion, os quilates indicam a pureza do ouro numa liga metálica. O ouro de 24 quilates é 100% puro, mas demasiado macio para o uso diário. Já o de 18 quilates (75% de ouro) é o mais usado em joalharia, por ser mais resistente e durável. O de 14 quilates (58,3%) é comum em mercados como os EUA.

Há também outra medida: a fineness, usada sobretudo na Europa. Em vez de 24 partes, mede-se a pureza em milésimos: ouro puro é 999,9, 22 quilates é 916, e por aí fora.

quilates

Quanto mais puro, melhor?

Nem sempre. Segundo Marburger, ouro mais puro é mais valioso, mas também mais frágil. Por isso, o ideal depende da finalidade: para joias do dia a dia, menos quilates podem ser melhores; para investimento, como barras e moedas, o ouro de 24 quilates continua a ser o padrão.

Ouro: tendência ou estratégia?

Com menor movimento nos mercados, o verão pode ser uma boa altura para investir — e aprender. O ouro é cada vez mais visto como uma escolha inteligente e sofisticada. Porque sim, há peças que brilham… mas há outras que ainda valorizam.

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